“Eu Sou Malala” – Para quem quer se emocionar de verdade …


Finalmente consegui parar e ler esse livro que TODOS me disseram que era tão emocionante. E sabe de uma coisa? Eles estavam COMPLETAMENTE certos! É uma história que parece surreal e é revoltante quando você vê uma menina que luta pelo direito dela de estudar, e com somente 15 anos acaba sendo vítima do Talibã … Mas o mais impressionante é como ela conseguiu superar tudo, e ainda por cima querer voltar à sua terra natal, no Paquistão.

Para quem não conhece ou não leu sobre a história dela, e do livro “Eu Sou Malala“, aqui vai um breve spoiler que vai, com certeza, despertar a curiosidade de lerem esta maravilhosa jornada.

O livro conta a história de Malala Yousafzai, uma estudante paquistanesa, moradora do Swat, distrito de Mingora. Malala sempre foi uma amante dos estudos e uma aluna assídua. No entanto, com a invasão do Talibã (é um movimento fundamentalista islâmico nacionalista, também caracterizado como uma organização terrorista por diversos países), proibiu os direitos das mulheres de estudar. Assim, Malala tornou-se uma ativista e defensora dos direitos das mulheres, indo de encontro ao os princípios do Talibã. Ao serem confrontados, a organização começou uma perseguição à Malala, pois o grupo era intolerante a quem ousasse a desobedecer as regras impostas por eles.
Apesar de Malala manter um blog o qual falava sobre a ação do grupo em sua região através de um pseudônimo, foi descoberta, fazendo com que, no dia 09 de Outubro de 2012 ela fosse baleada, durante a sua volta da escola para a casa, na condução da escola. Seu estado era crítico, e ela permanecia inconsiente durante dias. Para melhorar suas condições, ela teria que ser submetida a um tratamento muito cuidadoso, no qual, nos hospitais locais não tinham infraestrutura suficiente para mantê-la viva e com todos os cuidados necessários. Assim, ela foi enviada para o Queen Elizabeth Hospital, em Birmingham, na Inglaterra. Deixou o hospital apenas em 4 de janeiro de 2013.
Malala, ao recuperar-se do ataque e do trauma, foi indicada a diversas premiações. Entre estas, a menina comemorou seu aniversário de 16 anos na Assembleia da Juventude na Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, Estados Unidos. E desde então, a menina mora com a sua família na Inglaterra, mas a própria afirma que quer voltar a seu lugar de origem.

Malala: “[…] Vamos pegar nossos livros e canetas. Eles são nossas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A educação é a única solução.”

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