[Resenha] Nem Todas as Mães Amam os Filhos, por Rose Ferreira

Recebemos este livro em parceria com a Editora Paulinas e, logo assim que chegou, esse título me “incomodou” de uma maneira surreal … Mas não para o lado ruim, mas sim para saber o que esse livro escondia.
Sendo assim, deixo a sinopse para quem quiser saber sobre o livro, e a resenha abaixo com tudo o que eu achei dessa obra que me surpreendeu.

Image and video hosting by TinyPic

Nem todas as mães amam os filhos
Escritora: Rose Ferreira
ISBN: 9788535641714
Páginas: 216
Edição: 1

¤ SINOPSE ¤
A obra narra a história de Rose, que passou a vida tentando conquista o amor de sua mãe – uma mulher com sérios distúrbios de personalidade, finalmente identificados pela filha como traços de psicopatia. Na infância, Rose sofreu maus tratos físicos e psicológicos, foi espancada, humilhada, difamada pela própria mãe, que repetia constantemente o quanto seu nascimento a fizera infeliz e trouxera dissabores para sua vida. Apesar do ambiente adverso e sem perspectivas, a autora conseguiu estudar e trabalhar, o que lhe concedeu um pouco de liberdade, até que, com a morte do pai, teve de se dedicar aos cuidados da mãe agressora. Mesmo sem entender o motivo de tanta crueldade e desprezo, convivendo com a culpa de não se sentir merecedora do afeto maternal, Rose conseguiu manter certo equilíbrio que a conduziu a uma carreira profissional bem-sucedida e a um casamento feliz. Somente então, quando por acaso leu um livro sobre psicopatia, conseguiu vislumbrar uma personalidade tão singular. Ao compreender que não haveria como despertar-lhe amor ou qualquer tipo de emoção, embora se sentindo frustrada por não ser capaz de influenciá-la com bons exemplos e dedicação, fez um grande esforço no sentido de aceitar a realidade e escolher o perdão como forma de libertar-se das amarras do desamor e de qualquer desejo de vingança. “Deus nos deu o livre arbítrio para que possamos escolher os nossos caminhos. Eu escolhi o amor e o perdão.”

¤ PRIMEIRAS IMPRESSÕES/MINI RESENHA ¤
Na primeira vez que peguei o livro pra ler, me senti bastante incômodo com o título e como a figura da criança se comportava nele. Mesmo assim fui em frente e comecei a ler essa obra. 
Logo nas primeiras páginas, você identifica o quanto o instinto maternal influencia uma criança e como isso é importante para elas. Com uma narrativa bem pesada e sofrida, a história de Rose é contada de modo com que o leitor se coloca na posição que ela viveu, e tenta aproximá-lo da realidade. 
A história de Rose faz transparecer como sua mãe era perto de terceiros, e dentro de casa. A crueldade e a falta de liberdade após a morte do pai trouxe uma realidade infernal e com um período de crescimento baseado em traumas. 
Aos poucos Rose conseguiu manter o equilíbrio, crescendo profissionalmente e tendo uma carreira profissional bem sucedida e com um casamento como sempre quis.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s