[Resenha] Diário de Um Ladrão de Oxigênio, por Anônimo

Olá gente!
Eu comecei a maratona de leituras da Aliança dos Blogueiros RJ com o livro que mais me instigou em toda a lista de livros que recebemos: Diário de Um Ladrão de Oxigênio, escrito por um escritor ANÔNIMO (e nunca pensei o quanto essa palavra me incomodaria). Vamos saber como foi essa leitura?

Image and video hosting by TinyPic SINOPSE ⇐
Diário de um ladrão de oxigênio é a confissão de um homem paranoico, dependente de álcool, drogas e de abusar emocionalmente de suas parceiras que um dia leva o troco — imagine que Holden Caulfield vive embriagado e Lolita é uma assistente de fotografia e que, de alguma forma, eles se encontram em Nova York: Uma Cidade em Delírio.
Com um texto direto, engraçado e extremamente realista, o narrador anônimo que divaga sobre a própria tragédia em busca de expiação fala na verdade de qualquer um de nós, de tudo o que fazemos e a que nos sujeitamos para suprir vazios que nem mesmo entendemos. Quem já que viveu um relacionamento conhece pelo menos um lado desse jogo.
Considerado um F. Scott Fitzgerald para a geração iPad, o autor, presume-se, tem origem britânica e publicou por conta própria seu livro em Amsterdã, onde morava à época. Com os pedidos das livrarias da capital holandesa aumentando cada vez mais, ele começou a levar exemplares a estabelecimentos de outras cidades, como a Shakespeare & Co, em Paris. Após se mudar para Nova York e encorajado pelo sucesso do livro na Europa, bancou uma tiragem de mais 5 mil exemplares. Logo começou a receber grandes pedidos da Amazon. Quem ele é, porém, e sobretudo quem foram suas mulheres, permanecem uma incógnita.

⇒ RESENHA
O livro Diário de Um Ladrão de Oxigênio fez com que aflorasse dois sentimentos em mim: curiosidade e surpresa. Eu nunca tinha lido nada que se tratasse de um autor o qual eu não pudesse identificar e saber mais sobre, pois eu convivo muito com livros de autores que usam pseudônimos; assim posso pesquisar mais sobre o autor (o que eu não consegui com esse livro, o que me incomodou bastante – sem falar da capa, que não me encantou, infelizmente).

A história do livro é um relato de um homem que é dependente de álcool, drogas e que não consegue viver sem machucar mulheres, de forma emocional. Ao iniciar o livro, o personagem que é um publicitário irlandês, mas que foi morar em Londres e que se faz de bom partido para seduzir as mulheres com o intuito de humilhá-las emocionalmente. 

Além dos episódios de términos e o vazio que o autor relata, o que me chamou muito a atenção foi a forma com o qual o autor descreveu de forma detalhada, um dos atos sexuais com uma de suas namoradas. Isso me incomodou um pouco, pois o perfil meio “psicótico” do personagem fez com que criasse uma raiva dele, na medida que ele ia humilhando as mulheres que passavam por sua vida. Eu, a princípio, tive repulsa do homem e até uma ânsia de ver como ele conseguia mexer com o psicológico de mulheres que acabavam se apaixonando por ele e caindo no seu “jogo”.

Fiquei surpresa quando recebi este livro no evento, em parceria com a Intrínseca, pois ele fugiu completamente do “padrão Intrínseca de produzir livros”. O tamanho reduzido, as capas sem orelhas (parecendo aquela edição econômica) se diferenciaram, mas a qualidade da tipografia e das folhas amarelas permaneceram, o que me deixou mais aliviada. 

Avaliação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

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5 comentários sobre “[Resenha] Diário de Um Ladrão de Oxigênio, por Anônimo

  1. Eu confesso que esperava mais do livro pela sinopse. A capa apesar de ser um tanto estranha, eu relevei exatamente pela premissa da história. Apesar do 3 eu acho que ainda darei uma chance a ele.
    Bjs

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  2. Oi Paula,
    sei que não devemos julgar um livro pela capa mas essa sem dúvidas é bem pavorosa kkkk eu também ficaria curiosa mas sabendo pela sua resenha do que se trata super me interessei em ler, eu gosto de histórias reais e imagino que ele tenha colocado como anônimo pata proteger a si mesmo de processos, ja’que toda história term 2versões e a das “vítimas”dele podem não ser o mesmo contexto.
    Bem bacana mesmo, só não deve ter rolado tarde de autógrafos kkkk ou só se ele usou uma máscara hahah

    beijos

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    • Oi Raffa! Pois é, o ideal é não julgar o livro pela capa, mas infelizmente este livro acabou por chamar atenção devido a capa. Sim! A história é super real, e com certeza vivemos cercados de pessoas como este personagem, e achei ótimo ele ter colocado como “anônimo”, pois é uma realidade muito dura.
      HAHAHAHAHA jura que eu nem tinha pensado na tarde de autógrafos?! Imagina? HAHAHA

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