[Divulgando] W Y. Roses – Wattpad/Blog

Oii gente
Recebi um e-mail com um material muito bacana de um autor de fantasia que mistura mitologia, sci-fi, horror, e etc. Vamos conhecer um pouco sobre o autor, e suas obras.

» CONHECENDO O AUTOR «
W Yoyakin Roses, nascido Joaquim Rodrigues. Mago, louco, escritor, louco, bardo, louco, pirata, louco, louco, e… Eu já disso louco?

Desde criança sempre tive duas grandes paixões: criar estórias e “brincar” de salvar o mundo. Brincar de super herói, cavaleiros, sayajins… Que voam, lançam poderes e enfrentam monstros. Acho que o primeiro personagem que criei foi a minha querida amiga Super-Formiga (que pretendo um dia apresentar ao mundo. Este planeta precisa conhecê-la!). O problema é que na época eu não era alfabetizado, então enchia o saco de alguém da família pra escrever o texto nas minhas ilustrações. Sim, eu era uma criança chata, muito chata. E sim, eu ainda sou! (Chato? Também, mas, me referia à criança poxa…)

Dizem que nossos sonhos, as nossas ambições, são a nossa missão, inspirada pela Divindade, pelo Sagrado (independente do nome pelo qual você O/A chame, ou a religião que siga para se conectar com Ele/Ela) em nossos corações. São coisas que geralmente se destacam na infância. Sabe, aquela coisa de querer ser astronauta, pirata, veterinário, estrela do Rock? Então… Só que com o passar dos anos, as pessoas acabam abandonando estes sonhos. Seja por acharem difícil demais, ou por quererem algo que dê mais dinheiro, ou porque a família não concorda… Enfim, os motivos são vários, mas estes sonhos nunca morrem, eles ficam lá dentro, sussurrando bem baixinho, esperando que realizemos. E realizá-los, além de ajudar o mundo de alguma forma, é a única maneira de nos tornar-mos plenamente felizes.

Iniciei meus primeiros devaneios inspirado nas duas obras que sem dúvida alguma são minhas favoritas: a saga “As Crônicas de Nárnia” e o mangá “One Piece”. Lewis e Oda são meus grandes ídolos, e seus trabalhos os responsáveis por uma porcentagem gigantesca da minha formação de caráter, da minha personalidade e ideais. O mesmo que desejo fazer em meu trabalho: Inspirar as pessoas. 
Não sou dono da verdade nem a criatura suprema e perfeita, mas, sigo meu coração. Escrevo sobre o que acredito estar correto, escrevo a minha Verdade. Só que não quero que simplesmente aceitem, não, não é esse o objetivo. Não quero que ninguém concorde com tudo o que transmito, quero que reflitam.
Somos todos programados, automatizados. Recebemos verdades prontas desde o berço. De nossas famílias, da religião que seguimos, da escola que frequentamos… Meu desejo é antes de tudo que os humanos aprendam a pensar sozinhos, aprendam à questionar suas verdades e ousar olhar para o lado, quebrar essas redomas em que foram colocados.

Mais tarde, outros elementos se juntaram à minha formação. Sou uma pessoa bem “velha”. Existe pouca coisa que me agrada da atualidade, no sentido artístico, então tenho uma enorme carga oitentista e noventista comigo,rs. Animações como “He-Man e Os Mestres do Universo” e “Caverna do Dragão”, minha querida e amada saga “Harry Potter”, “O Pequeno Príncipe”, clássicos da literatura tipo “Robin Hood”, “A Ilha do Tesouro”, “Frankestein”, “Robson Crusoé”, “Heidi”… filmes antigos de fantasia como “Labirinto – A Magia do Tempo”, RPGs como “D&D”, “The Elder Scrolls” e “Hero Quest”, meus heróis e vilões das HQs que… Bem, eu sou DCnauta, então não vou me prolongar (rsrsrs~), e meus amados jogos das eras 8 e 16 bits (que nem vou começar à citar também ou essa apresentação simplesmente não termina, rs) se tornaram minha tão sagrada fonte de inspiração ao lado dos meus favoritos já citados. Para mim tudo isso tem uma mágica, uma energia especial que vem se perdendo…

Não que não haja nada bom na atualidade. Não é nada disso. Ainda há bons livros, boas animações, bons filmes, bons jogos, boa música… Mas, está essa arte cada vez mais esquecida, mais tendo seu espaço roubado por conteúdo pobre, fraco, sem um pingo de talento, de arte verdadeira, arte vinda do coração. Arte fabricada e descartável, apenas para ser consumida rapidamente, esquecida e substituída; apenas para servir como mais uma ferramenta de alimento do mercado.
Arte patética que mais imbeciliza e aliena seu público do que o torna mais forte. Mais um dos monstros que eu jurava que existia, só não sabia como era.

Luto contra isto. Luto pelo retorno da magia, do cheiro, da cor, daquele gostinho que sentíamos ao abrir um HP ou escutar a música de abertura dos Cavaleiros do Zodíaco. Luto para resgatar os valores da arte, sua verdadeira missão, seu verdadeiro poder e necessidade. Afinal, como diria Skyclad, “…a canção do flautista não está à venda!”.

Hoje, ao lado de minha querida Ruby Rebel e meu irmão Rickert N., meus grandes companheiros nesta aventura, dirijo o selo “Yggdrasil: Crônicas do Velho da Taberna”, Multiverso de inúmeros mundos, gêneros e temas da fantasia, onde derramo meus sonhos e objetivos. “Pilgrin: O Herdeiro”, “Satélite XVI” e “Ragnarok! A História Oculta de Asgard” são algumas de minhas estórias. Ao lado, inciamos “Bardos de Yggdrasil”, a expansão que visa unir e trazer a interação entre outros escritores e também com os leitores, e criar obras novas onde colidimos os seus universos e personagens em trabalhos especiais.

Sou W Y. Roses, entre outras coisas, senhoras e senhores, meninos e meninas de toda origem e espécie. Eu Sou O Bardo. Se bom ou mal, certo ou errado, não sou eu, nem vocês que dirão. Quem dirá então? Oras, Aquele que ler… 

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