[Especial Bienal] Resenha: A Garota no Trem, por Paula Hawkins

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Olá leitores
Vocês viram que nossa primeira autora do Especial Bienal foi a Paula Hawkins (Clique AQUI e confira). E, para continuarmos a programação, hoje é dia de RESENHA para vocês, leitores!

Espero que vocês fiquem tão facinados quanto eu!

Image and video hosting by TinyPic SINOPSE 
Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. 

 


RESENHA  
Antes de tudo tenho algo a falar: QUE SINOPSE MARAVILHOSA! Eu não vi ninguém na história desse blog – nos nossos quase 3 aninhos – que não ficasse de cara no chão com essa sinopse, e graças a Deus conosco foi assim também.

No livro “A Garota no Trem” nos deparamos com Rachel, uma mulher completamente despedaçada, arrasada e destroçada. Após um caso de traição, o seu mundo desabou, assim como seu emprego, sua saúde e sua casa. O término com Tom mudou completamente a sua vida, fazendo-a se mudar para a casa de uma amiga. E, para fingir que tudo está perfeito, ela continua fazendo seu caminho para o antigo trabalho – pegando o trem de 8h04, voltando às 17h56, por medo de admitir para a amiga o total fracasso da sua vida.

E, nesse caminho, ela passa a acompanhar uma determinada casa de um casal que todos os dias parecia ter a vida perfeita. Ao presenciar algo bastante diferente do comum, ela descobre que Megan, a mulher que mora naquela casa foi dada como desaparecida, e como Rachel tinha “fixação” por essa casa, ela acabou fazendo de tudo para descobrir quem sumiu com a mulher.

O emocional de Rachel estava tão abalado e a vida destroçada, fazendo com que ela acabasse duvidando dela mesma e do desaparecimento.Dentre toda esta confusão, a vida do ex-marido de Rachel acaba sendo mexida, pois dentre seus momentos de lucidez e bebedeira, ela acaba tentando recorrer ao ex para tentar resolver este mistério. 

O livro me surpreendeu bastante, mas o início dele foi um pouco massante, pois mostra toda a rotina da protagonista, e todos casos de bebedeira dela, fazendo com que fique um pouco monótono, mas a partir da fixação pela casa vista do trem, as coisa começam a andar. Se você não tem problema de ler um livro com uma protagonista “BEM pessimista” – o que foi a primeira vez que me aconteceu – esse livro é pra você. 

A parte principal e que me fez gostar mais da trama, apesar de tudo, foi os inúmeros casos relatados de relacionamentos abusivos, mostrando que isso é uma realidade que está muito perto de nós e, muitas vezes não enxergamos. 

Avaliação: ★ ★ ★ ★ ★  5/5

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