[Resenha] Mulheres Perigosas, editado por George R. R. Martin e Gardner Dozois

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Título: Mulheres perigosas

Editado por: George Martin e Gardner Dozois

Autores: Joe Abercrombie, Megan Abbot, Cecelia Holland, Melinda M. Snodgrass, Jim Butcher, Carrie Vaughn, Joe R. Lansdale, Megan Lindholm, Lawrence Block, Brandon Sanderson, Sharon Kay Penman, Lev Grossman, Nancy Kress, Diana Rowland, Diana Gabaldon, Sherrilynn Kenyon, S. M. Stirling, Samuel Sykes, Pat Cadigan, Caroline Spector e George R. R. Martin

Editora: Leya, 2017

734 páginas

*Sinopse
George R. R. Martin apresenta as mulheres mais perigosas dos livros de fantasia. No ano em que o filme Rogue One chega às telas com uma heroína que reina absoluta, forte e autônoma, você vai conhecer as mulheres mais perigosas da literatura de fantasia mundial. Editada por George R. R. Martin, esta antologia traz 21 histórias inéditas sobre magia, ciúme, ambição, traição e rebeldia para Joana D?Arc nenhuma botar defeito. Esqueça o estereótipo de mulheres vítimas e heróis másculos enfrentando sozinhos qualquer perigo. Aqui você irá encontrar mulheres guerreiras, intrépidas pilotas, destemidas astronautas, perversas assassinas, heroínas formidáveis, sedutoras incorrigíveis e muito mais. Assinado por monstros da ficção científica e fantástica como Brandon Sanderson, (?Mistborn?), Megan Lindholm (?A Saga do Assassino?, sob o pseudônimo Robin Hobb), Melinda M. Snodgrass, Caroline Spector (?Wild Cards?) e novos nomes da literatura jovem como Megan Abbott (A febre) e Diana Gabaldon (?Outlander?), o volume conta ainda com uma novela do próprio Martin sobre A dança dos dragões, a guerra civil que assolou Westeros dois séculos antes dos acontecimentos de A guerra dos tronos. Mulheres perigosas é um livro simplesmente imperdível, daqueles que você não consegue parar de ler. Prepare-se para todo o tipo de perigo e para perder o fôlego com essas mulheres mais que poderosas.

*Resenha

Olá, pessoas! A feminista dentro de mim não podia deixar de trazer para vocês este livro maravilhoso editado por um dos autores mais estimados atualmente, George R. R. Martin. (Que ele não morra antes de terminar Game of Thrones, senão a galera vai pirar!! Kkkkk)

Esta antologia conta com 21 contos que mostram como o “sexo frágil” pode ser um sexo forte com as suas diversas facetas sejam positivas ou negativas. Minha mente não compreende essa relação de sexo frágil com o sexo feminino. Não são as mulheres que engravidam? Não são elas que sentem as dores da cólica mensalmente? Não são elas que possuem um emocional da porra? Músculos? Não, nem todas temos. Aaah! Tá aí a explicação.

Vou tentar passar um pouquinho da história de alguns dos contos para vocês porque vale muito a pena conhecê-los. Os gêneros da fantasia e da ficção histórica são universos ótimos em que podemos colocar para escanteio os padrões de sociedade em que vivemos e rever fatos históricos com outros olhos por algumas horas, dias, semanas ou até mesmo anos dependendo do tempo de leitura de cada um. 

Joe Abercrombie – Fora da lei (FANTASIA)

Shy, conhecida publicamente por Fumaça, é uma ladra, fora da lei, que está sendo perseguida por seus ex comparsas uma vez que os donos do banco que ela acabou de assaltar colocaram uma boa recompensa para quem a entregar a eles. Viva ou morta ela proporcionará muito dinheiro a Jeg, Neary, e Dodd. Pena que subestimaram o poder de uma mulher quando ela é traída, pior ainda de uma mulher com um pouco de sangue selvagem.

Megan Abbott – Ou meu coração está partido (SUSPENSE)

Tom e Lorie são casados e têm uma filha pequena chamada Shelby. Em uma tarde de passeio Lorie leva Shelby até uma cafeteria onde acaba sentando e conversando com uma mulher que sempre frequenta o local. Lorie precisa ir ao banheiro e deixa Shelby com a mulher. Quando volta do banheiro, Shelby e a mulher não se encontram mais no local. Onde estará Shelby? Que mãe é essa que larga a filha com uma estranha? Nem tudo é o que parece ser. (Fiquei um pouco confusa com este conto, confesso. Muito mistério envolvido. Eu acho que entendi o final da história, mas tenho minhas dúvidas kkkkk. Me ajudem a saber se entendi mesmo depois de lerem.)

Cecelia Holland – A canção de Nora (FICÇÃO HISTÓRICA)

O rei Henry e a rainha Eleonor governam a Inglaterra de 1169 e possuem 7 filhos: Henry, Mattie, Richard (12 anos), Geoffrey, Nora, Johanna e John, em ordem decrescente. A protagonista deste conto é Nora. Ela venera a mãe e o pai. Quer ser uma heroína e uma mulher igual à rainha Eleonor. Entretanto, ao longo da história, ela percebe que os pais não são exatamente os exemplos de pessoas que ela deseja seguir. Mesmo sendo apenas uma criança, uma menina num mundo de homens, ela agirá como uma líder, uma menina com um objetivo: ser venerada e respeitada.

Melinda M. Snodgrass – As mãos que não estão lá (FANTASIA)

Tracy Belmanor está angustiado por ter sido o único de sua turma a ser nomeado segundo tenente da tripulação de naves espaciais por ser ele um bolsista, filho de um alfaiate e não um filho de aristocrata. Então, resolve ir beber para afogar suas mágoas. No bar que ele entra, acaba conversando com um homem misterioso o qual o bartender diz possuir uma boa história para contar. Tracy só não imaginava que seria uma história tão absurda e ao mesmo tempo tão acreditável na sociedade em que estão. Ele, enfim, fica mais confuso do que já estava antes de ter entrado no bar. (Mesmo sendo em um universo espacial onde há alienígenas interagindo com humanos, a autora nos mostra como os homens acham que são uma raça superior e podem fazer o que quiser com aqueles considerados inferiores. Neste conto, os alienígenas são a classe trabalhadora enquanto os homens fazem parte da política. Um ótimo conto crítico.)

Jim Butcher – Explosivas (FANTASIA)

Molly se considera apenas uma aprendiz de maga já que seu orientador, chefe, Harry morreu há um ano. Entretanto, ela é a única maga profissional atualmente em Chicago e uma pessoa que era próxima a Harry precisa de sua ajuda. Com uma equipe formada por uma lobisomen, uma vampira e um humano, Molly encara sua primeira missão perigosa contra os seres sobrenaturais, os fomor (grupo de caras maus advindos de diversas áreas do mundo sobrenatural) e os svartalves (mágicos artesãos conhecidos por conseguir realizar pedidos quase impossíveis). É um conto com referências a literatura que conhecemos e com momentos divertidos durante o enredo apesar do clima de tensão.

Diana Gabaldon – Virgens (FICÇÃO HISTÓRICA)

França, 1740. Este conto se dá um pouco antes da história de Outlander começar, onde Jamie Fraser é um dos personagens principais para quem não conhece. Ele acaba de encontrar seu amigo Ian para se juntar a uma tropa de soldados mercenários. A razão de ele se juntar a essa tropa? Seu pai morreu de apoplexia recentemente por ter visto Jamie ser chicoteado mais de cem vezes, e que forma melhor de afogar as mágoas do que uma ótima oportunidade de tirar sangue de alguém?. A história então conta sobre essa primeira missão junto a soldados mercenários: levar objetos de grande valor para um agiota judeu até Bourdoux. Se o caminho fosse tranquilo, não seria necessário contratar homens armados, né? Mas aí você se pergunta: onde está a mulher nessa história? Vocês terão que ler pra saber. Sorry.

Sherrilynn Kenyon – O inferno não tem fúria (FANTASIA)

Cait e seus amigos estão numa cidade fantasma chamada Louina. Este nome foi dado à cidade devido a expulsão de uma mulher sem qualquer motivo conhecido por eles. Seus amigos sabem que segundo a história da cidade, há ouro enterrado em algum lugar por ali e foi exatamente este o motivo de estarem lá. Apenas Cait não sabia da história, eles a levaram junto pelo fato de ela ser médium. Passado algum tempo, Cait não se sente confortável e acaba descobrindo o que seus amigos escondiam através do espírito de Louina que somente ela consegue ouvir. Ela, então, percebe que o lugar está coberto pelo ódio da mulher, que amaldiçoou a cidade e seus moradores no passado, e tentará extinguir esse sentimento para que ninguém mais possa ser ferido por ele.

George R. R. Martin – A princesa e a rainha ou os “negros” e os “verdes” (FANTASIA)

Do universo tão aclamado de Guerra dos tronos, este conto retrata a história da disputa por poder entre duas mulheres mega perigosas na cidade de Westeros. Essa disputa é carinhosamente chamada de Dança dos dragões. Uma guerra que matou milhares de pessoas e quase exterminou a família Targaryen. E que se passa anteriormente aos primeiros livros da série As crônicas de gelo e fogo. Para os fãs, é uma ótima indicação de leitura. E para os que ainda não são é uma boa porta de entrada ao mundo de personagens fortes, batalhas épicas e mortes nem sempre desejadas do famoso George Martin.

Demais contos: Raisa Stepanova, de Carrie Vaughn / Lutando com Jesus, de Joe R. Lansdale / Vizinhos, de Megan Lindholm / Eu sei escolhê-las, de Lawrence Block / Sombras nas Florestas do Inferno, de Brandon Sanderson / Uma rainha no exílio, de Sharon Kay Penman / A garota no espelho, de Lev Grossman / Segundo arabesque, muito lentamente, de Nancy Kress / Cidade Lázaro, de Diana Rowland / Anunciando a pena, de S.M. Stirling.

A citação mais forte do livro pra mim:

“Eu aprendi duas coisas. Uma, que o lugar mais perigoso para um homem é entre duas mulheres brigando. E dois, não importa qual seja a espécie, o gênero mais mortal é sempre o feminino. Os homens irão lutar até morrer. As mulheres levarão isso para o túmulo e encontrarão um caminho de volta.” p. 508

O que mais posso dizer deste livro? Leiaaaaaam!! Podemos observar que nem sempre as mulheres se encontram como personagens principais dos contos mas que todas tem um certo valor ao final das histórias. Força, companheirismo, ousadia, incerteza, agressões. É um pouco dessas coisas que vocês vão encontrar no livro. 

Cada conto possui uma leve introdução sobre o autor e suas obras conhecidas e a maioria sobre a própria história do conto. Uma forma de apresentar aos leitores alguns autores que não são tão famosos ou que são novos na área. Simplesmente amei a publicação deste livro. Muitíssimo obrigada, editora Leya!!

Espero que vocês gostem e comentem sobre seus autores e contos favoritos.

Bibliobeijos.

Postado por: Bella.

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[LeYa] Vamos falar sobre “Wild Cards”?

Por Fernanda Cardoso (Editora de Ficção Fantástica da LeYa)

O ano é 1946, pós-Segunda Guerra Mundial. O mundo ainda nem tinha cicatrizado as feridas abertas pelo conflito; a tensão ainda estava no ar… E então, diante de toda aquela desgraça, surge uma nave alienígena sobre o céu de Nova York trazendo um vírus que reescreveria o DNA da humanidade… e toda a sua história. E nesse dia 15 de setembro de 1946 que as coisas começaram a esquentar.

Pra quem ainda não conhece a série: um vírus, batizado posteriormente de carta selvagem, cai em Nova York, contaminando boa parte da população americana. Proporcionalmente falando, de 100 contaminados, 90 tiraram a carta Rainha Negra e morreram de forma extremamente dolorosa e bizarra. Dos 10 que sobreviveram, 9 tiraram a carta Curinga e ganharam uma deformidade física (nada agradável na maioria das vezes), e 1 delas tirou um Ás, que é aquele sortudo que ganhou um poder especial sem nenhum tipo de alteração estética. E, como em qualquer história do George R.R. Martin, bem e mal é só uma questão de ponto de vista. Então, você acrescenta a tudo isso a história da humanidade que viria nas décadas seguintes – que já não é lá tão simples –, como Guerra Fria, Vietnã, Apartheid, Aids, terrorismo… e adiciona o fator “pessoas superpoderosas” e “mais um tipo de discriminação e preconceito”. Isso é “Wild Cards”.

Mas o objetivo desta carta não é falar sobre a sinopse da série, mas sim sobre a história de como surgiu “Wild Cards”. Imagine o seguinte: você e seu grupo de amigos da cidade, todos meio nerds, estão ali de boa jogando o RPGzinho básico de domingo, como sempre costumam fazer. E então um dos amigos resolve dar de presente de aniversário para um dos jogadores do grupo um novo livro de sistema (no caso, Super World) com um pedido: “Narra uma aventura pra gente?” Acontece que o aniversariante era George R.R. Martin, quem deu o presente foi o Victor Milán e no grupo estavam nomes como Melinda Snodgrass, Walter Jon Williams, John J. Miller e por aí vai.

Pronto, estava armada a melhor e mais envolvente campanha de RPG de super-heróis da história nerd recente. Mas e se, por acaso, fosse possível compartilhar essa aventura com o mundo todo? E assim nasceu “Wild Cards”. Da mesa de RPG para a sua estante.

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[Lançamentos] Editora LeYa

Olá leitores
Vocês já conferiram os lançamentos de Junho da Editora LeYa? Tem muita coisa maravilhosa que vocês vão amar!

Vamos conferir?

Todos Contra Todos: o ódio nosso de cada dia

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SINOPSE 
“Só eu e você, caro leitor, cara leitora, não odiamos nem somos violentos, muito menos preconceituosos”, diz Karnal. Uma brincadeira irônica para mostrar o quanto transferimos para o outro o que temos de ruim. Um livro polêmico, provocativo e instigante no qual ele afirma que o ódio é um dos espelhos mais poderosos para olharmos nosso próprio rosto. Que a maldade é tão próxima do ódio quanto da inveja. 

Em tempos de coxinhas contra petralhas, xenófobos, misóginos e homofóbicos contra imigrantes, o novo feminismo e os movimentos LGBT, em tempos do politicamente correto contra os seus críticos mais mordazes, Leandro Karnal mostra que a história e a realidade revelam um lado sombrio do brasileiro que costumamos não reconhecer: somos violentos no trânsito, nas ruas, nos comentários das redes sociais e fofocas nas esquinas; somos violentos ao torcer por nosso time e ao votar; somos violentos cotidianamente. 

Cidades e Soluções

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• Leia o 1º capítulo – AQUI
SINOPSE 
A maior parte da população mundial vive hoje nas cidades – essas aglomerações de pessoas e concreto em que sobram problemas e falta planejamento. A urbanização desordenada traz inúmeros desafios e uma certeza: não há solução para a humanidade que não passe necessariamente pela transformação das cidades.

Escrito por André Trigueiro, jornalista especializado em gestão ambiental e sustentabilidade, Cidades e Soluções: como construir uma sociedade sustentável é um livro fundamental para o debate sobre o que precisa mudar para assegurar a sobrevivência do planeta. No ar desde 2007 pelo canal por assinatura GloboNews, o programa de TV homônimo se dedica a apresentar experiências capazes de melhorar a qualidade de vida dos habitantes das cidades por meio do uso inteligente e sustentável dos recursos naturais. O acervo acumulado nos dez anos da atração inspirou a realização desta obra, que expande o conteúdo da TV ao oferecer dados, informações e abordagens inéditos.

Dividido em nove grandes temas, o livro é construído com textos curtos e objetivos voltados aos públicos mais variados. Ao fim de cada capítulo, Trigueiro apresenta um resumo de entrevistas com personalidades de influência internacional, como Noam Chomsky, Al Gore, Jeffrey Sachs, Vandana Shiva, Muhammad Yunus e Achim Steiner, entre outros. Há também a seção “Ecodicas”, que traz sugestões sustentáveis de fácil aplicação no dia a dia.

O recado é claro: ou corrigimos o rumo, ou pereceremos. Nesse cenário, Cidades e Soluções é uma obra relevante e necessária. Mais do que isso, expõe que é nos tempos de crise, como a que vivemos hoje no Brasil, que a busca por alternativas se torna ainda mais urgente e valiosa, reforçando o poder dos bons exemplos e sua capacidade de disseminação. 

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[Resenha] Blasfêmia, por Pathy dos Reis & Maria Carolina Passos

HOJE É DIA DE RESENHA!

Olá leitores ♥
Em parceria com a Editora LeYa, nós tivemos o prazer de ler e resenhar Blasfêmia, das escritoras nacionais Pathy dos Reis e Maria Carolina Passos. Vocês vão conseguir entrar no mundo do suspense, do mistério e descobrir conosco tudo sobre Claire, e todos os mistérios que assombram a cidade de Salinas.

Image and video hosting by TinyPicTítulo: Blasfêmia
Autoras: Maria Carolina Passos e Pathy dos Reis
Editora/Ano: LeYa – 2015
Número de páginas: 272
Gênero: Mistério / Suspense
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Nota: EstrelaEstrelaEstrelaEstrelaestrela vazia


♦ SINOPSE ♦
Recém-divorciada e sem emprego, Claire decide aceitar o convite do amigo de infância para trabalhar na redação do pequeno jornal de Salina, cidade natal que não visitava há muitos anos. Ainda na estrada, contudo, uma notícia no rádio a pega de surpresa: um rapaz de apenas 17 anos é encontrado morto em Salina, e uma informação sobre seu estado traz à tona lembranças do assassinato do irmão de Claire. Ocorrido há mais de uma década, o caso não solucionado marcou a população local para sempre. O locutor da rádio tossiu algumas vezes. Começou a desculpar-se pela pausa na programação, como que buscando um tom adequado de voz para prosseguir. A coisa toda soava tão esquisita, que Claire tentava adivinhar se ele se preparava para remediar o descuido ou anunciar o fim do mundo. Enfim, com uma formalidade afetada, ele começou: “AKSKO 100,8 FM, sua rádio de confiança, lamenta a morte do jovem James Christensen, que, com apenas 17 anos, foi vítima de um brutal assassinato, como há mais de dez anos não se via em Salina. Seu corpo foi encontrado na manhã de hoje, abandonado na encosta do morro vermelho, ao lado do cemitério municipal. Uma testemunha anônima, que verificou a cena antes de a polícia chegar, revelou que o cadáver estava com o dedão de um dos pés decepado, que foi deixado no chão mais à frente. 


♦RESENHA ♦

Em “Blasfêmia” conhecemos a Claire, uma mulher recém-divorciada que, a convite de um grande amigo de infância, volta para a sua cidade natal para trabalhar na redação de um jornal local. Mas não é apenas um “de volta para a sua terra”. A sua volta causa muito desconforto para ela e para os habitantes do local que são mórmons, muito conservadores e religiosos, pois muitas lembranças voltam à tona.

Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras

(Salmos 137:9)

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[Resenha] Uma História Meio Que Engraçada, por Ned Vizzi

Olá
A resenha de hoje, nós trazemos uma assunto bem difícil de ler, mas que é necessário ser debatido: A DEPRESSÃO!

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão afeta cerca de 12 milhões de pessoas no Brasil e mais de 320 milhões no mundo. 

Vamos conhecer mais sobre Uma História Meio Que Engraçada?

42987920 SINOPSE 
O que aconteceria se você descobrisse que a maior idealização da sua vida não era aquilo que você esperava? O adolescente Craig Gilner vai perceber que, até mesmo ao atingir um objetivo, nem sempre as coisas saem da forma como deveriam. Mas aprenderá também que, mesmo nas adversidades, é possível fazer novos amigos, se apaixonar e encontrar motivos para viver.

Como muitos adolescentes determinados a vencer na vida, Craig Gilner acredita que asua entrada na Executive Pre-Professional High School de Manhattan é o passaporte para o seu futuro. Obstinado a ter uma vida de sucesso, Craig estuda dia e noite para gabaritar no exame de admissão, e consegue. A partir daí, o que deveria ser o dia mais importante da sua vida, acaba marcando o início de um sufocante pesadelo.

Livro em parceria com a Editora LeYa
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RESENHA 
      No livro “Uma história meio que engraçada” conhecemos Craig Gilner, um típico adolescente de 15 anos, se não fosse a sua entrada na Executive Pre-Profissional High School, uma escola de excelência em Nova Iorque e referência na formação de alunos vencedores. E, para entrar, ele teria que se dedicar dia e noite para passar por uma prova muito difícil de admissão do colégio.

        A batalha e esforço do adolescente e de Aaron, o amigo que era completamente o oposto dele, resultaram na aprovação para o colégio que eles tanto queriam, mas nem tudo era felicidade. Uma depressão terrível foi diagnosticada em Craig, a ponto de que, para ele, o suicídio fosse a solução para sua vida.

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