[Resenha] Amor Para Um Escocês, por Sarah MacLean

1461-20170320145509Título: Amor para um escocês
Série: Escândalos e Canalhas, 2
Autor: Sarah MacLean
Editora: Gutenberg, 2017
302 páginas

*SINOPSE*
Lillian Hargrove viveu sozinha por anos, reclusa, ansiando por amor e companhia. Desiludida de que todos os seus sonhos pudessem um dia se tornar realidade, a mais bela jovem da Inglaterra se envolve com um artista libertino e mentiroso, que promete amá-la para sempre e implora para que ela pose como sua musa para um escandaloso retrato.

Encantada pelo carinho e pela admiração que recebe dele, Lily aceita a proposta e se entrega de corpo e alma ao homem mais falso de Londres, mas fica exposta para toda a Sociedade, tornando-se motivo de piada e vergonha.

A jovem, entretanto, não esperava que um bruto escocês, recentemente intitulado Duque de Warnick e nomeado seu guardião, atravessasse a fronteira da Inglaterra para impedir que a ruína a alcançasse.
Warnick chega em Londres com um único objetivo: casar sua protegida – que é bonita demais –, transferindo o problema para outra pessoa, e, em seguida, voltar à sua vida tranquila na Escócia, longe daquele lugar odioso que é Londres.

O plano parece perfeito, até Lily declarar que só se casaria por amor, e o duque escocês perceber que, aparentemente, há algo naquele país que ele realmente gosta…

Olá, pessoal!

Hoje venho apresentar a vocês o segundo livro da série Escândalos e Canalhas de uma das minhas autoras favoritas do gênero Romance de Época, Sarah MacLean.

O bom da série é que são livros independentes. O único spoiler que vocês podem encontrar é descobrir quem forma o casal do livro anterior, o que não considero spoiler, mas tenho amigas que me matam se eu conto (risos).

A história de Amor para um escocês já começa com uma frase arrebatadora: “Se você quer um romance, peça-o a um escocês.” Fiquei como?? Desesperada pra terminar o livro porque já queria chegar na parte em que o personagem Alec Stuart, o escocês, falaria isso para Lilian Hargrove, nossa querida Lily (risos).

Mas como a vida desses dois vai se cruzar ao longo da história? Simples assim: Alec está em sua casa na Escócia quando recebe uma visita de um advogado chamado Bernard Settlesworth informando-o de que Alec agora é o dono do Ducado de Warnick, tornando-se duque. Depois da morte de 17 herdeiros deste ducado, o título cai nas mãos de Alec.

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[Resenha] Cilada Para Um Marquês, por Sarah MacLean

1390-20160812175154Título: Cilada para um marquês
Série: Escândalos e Canalhas, 1
Autora: Sarah MacLean
Editora: Gutenberg, 2016
319 páginas

*Sinopse*
Sophie Talbot é conhecida pela Sociedade como uma das Irmãs Perigosas – mulheres Talbot que fazem de tudo para se arranjar com algum aristocrata. O apelido chega a ser engraçado, pois se existe algo que Sophie abomina é a aristocracia. Mas parece que mesmo não sendo uma irmã tão perigosa assim, o perigo a persegue por todos os lugares.

Quando a mais “desinteressante” das irmãs Talbot se torna o centro de um escândalo, ela decide que chegou a hora de partir de Londres e voltar para o interior, onde vivia antes de seu pai conquistar um título. Em Mossband, ela pretende abrir sua própria livraria e encontrar Robbie, um jovem que não vê há mais de uma década, mas que jura estar esperando por ela.

No entanto, ao fugir de Londres, seu destino cruza com o de Rei, o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, um homem com a fama de dissolver noivados e arruinar as damas da Sociedade. Rei está a caminho de Cumbria para visitar o odioso pai à beira da morte e tomar posse de seu ducado. Tudo o que ele menos precisava era de uma Irmã Perigosa em seu encalço.

O Marquês de Eversley está convicto de que Lady Sophie Talbot invadiu sua carruagem para forçá-lo a se casar com ela e conquistar um título de futura duquesa. Já Sophie tenta provar que não se casaria com ele nem que fosse o último homem da cristandade. Mas e quando o perigo tem olhos verdes, cabelos claros e a língua afiada?

Essa viagem será mais longa do que eles imaginavam…

¤ RESENHA ¤
Bom, minha gente, pra começar tenho que admitir pra vocês que o canalha dessa história empolgante não é tão canalha assim. E vocês vão descobrir o porquê lendo o livro, claro!!! Mas vou deixar que vocês sintam o gostinho do drama com essa resenha.

Lady Sophie Talbot é a irmã mais nova das irmãs Talbot conhecidas como as Irmãs Perigosas que ficam a espreita esperando um momento para arranjar um escândalo e prender algum aristocrata através de um casamento. Isso não passa de um preconceito da Sociedade devido ao fato de que o pai delas, Jack Talbot, o Conde de Wight, ganhou seu título em um jogo de cartas pelas mãos do então príncipe. Jack trabalha com carvão e ganha dinheiro através dos investimentos que os aristocratas fazem. Mas antes de se tornar conde ele já era considerado rico pelos resultados de seu trabalho. Lembrando, galera, que a história se passa em 1833 e a revolução industrial na Inglaterra continua ganhando força desde o fim do século XVIII. Entretanto, a aristocracia vê a família Talbot como alpinistas sociais e mesmo com o título não a consideram iguais em superioridade.

Agora, vocês imaginem estar em uma festa e as pessoas ficarem olhando pra você e fazendo comentários nada educados. Não é uma situação em que eu gostaria de estar assim como Sophie não gostaria. Então, é exatamente em uma festa oferecida pela Condessa de Liverpool que Sophie, considerada a irmã menos interessante, a desdivertida (Criaram até uma palavra para caracterizar ela, viram?), se encontra como personagem principal de um escândalo. Sophie empurra o Conde de Haven, marido de sua irmã mais velha Seraphina, em tanque de peixes por ela ter presenciado uma cena em  que ele desrespeitava a irmã. Entretanto, ela não reparou que todos os convidados estavam observando os seus atos. Aproveitando a oportunidades e o sangue quente, Sophie resolve falar umas verdades literalmente na cara da Sociedade. E foge da festa com o silêncio dos convidados.

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[Resenha] Codinome Lady V, por Lorraine Heath

1435-20161222163411Quem quer conhecer o mistério por trás de Lady V?

Primeiro romance de época que leio e se passa mais para o final do século XIX, exatamente em 1878. Mas antes de começar a expor a história principal, vocês devem saber o que houve 20 anos atrás.

Três crianças órfãs são deixadas aos cuidados do Marquês de Marsden que mora na Mansão Havisham. Nickolson (Duque de Ashebury, Ashe para os íntimos), Albert (Conde de Greyling) e Edward (irmão gêmeo de Albert) acabam sob a guarda do Marquês pois seus pais sofreram um grave acidente de trem e confiaram seus filhos ao amigo em caso de morte.

“[…] os pais de vocês conheciam muito bem o Marquês de Marsden. Eles foram para a escola juntos, eram amigos. Seus pais confiaram a ele a criação de vocês, garotos.”

O Marquês é conhecido pela Sociedade londrina por sua loucura que teve início após a morte de sua mulher. Seu filho, o Conde de Locksley, Lock, fica feliz com a chegada de outras crianças porque terá com quem brincar e assim, os quatro garotos são criados juntos. Ao atingirem a maioridade, saem atrás de aventuras como a ida a um safári na África.

Em uma época em que homens não são julgados severamente por suas atitudes e também devido a tragédia ocorrida em sua infância (as pessoas não os julgavam pois ficavam com pena), os quatro homens ficam conhecidos como os Diabos de Havisham.

E então começa a trama do livro.

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